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domingo, 19 de junho de 2011

O cinema brasileiro e o seus impasses

No ano de 1997 o Cine Montes Claros fechou de vez as suas portas. Era o fim de um ciclo: das grandes salas de cinema da cidade. No mesmo ano foi exibida a película brasileira Buena Sorte (com Marcos Palmeira no elenco) no Cine Montes Claros. Logo após a sua exibição teve um debate com os atores do filme. Era uma tentativa a mais de cativar o público para o cinema brasileiro. Na mesma ocasião publiquei um texto que procurava discutir os impasses do cinema nacional naquele período. Ouso dizer que os problemas colocados ali permanecem e o cinema nacional ainda merece atenção e maiores cuidados. Vale a pena conferir o texto.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Homenagem a Jean-Claude Lauzon e o filme Leolo

Creio ser do interesse de uma comunidade maior de leitores uma pequena homenagem que fiz ao cineasta canadense Jean-Claude Lauzon, morto em um acidente de avião em 1998. O seu filme Leolo continua atual, principalmente se o comparamos com a realidade de nossas crianças brasileiras... Confiram o texto e vejam o filme!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Chocolate

Nesse texto sobre o filme Chocolate, procuro estabelecer uma compararação entre essa produção e a Festa de Babete. Vale a pena ver o filme e comer um chocolate.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Titanic e o modelo de cinema mundial

Ao contrário de muitos, gosto de aproveitar certos filmes para refletir sobre algo que me inquieta. Nesse caso, aproveito o filme Titanic e discuto o modelo de cinema mundial protagonizado por Hollywood. Boa leitura!

domingo, 29 de maio de 2011

Onde começou a minha pesquisa que resultou no livro Filmografia?

Basicamente minha pesquisa sobre cinema brasileiro que resultou no livro Filmografia começou com a leitura de um texto sobre a historiografia clássica do cinema nacional. A discussão é simples e pode ser acompanhada da leitura de um texto do historiador Jean-Claude Bernardet que assina um comentário sobre o meu livro publicado no marcador de página.
Em que consiste a reflexão de Jean-Claude Bernardet? De acordo com Bernardet, dir-se-ia que, na historiografia clássica do cinema brasileiro, sobretudo em textos de Paulo Emílio Salles Gomes, Jurandir Passos Noronha, Paulo Paranaguá e Alex Viany, a ideia ou a busca de um nascimento para o cinema nacional corroborou para que esses historiadores aceitassem uma filmagem da Baía de Guanabara, realizada por Alfonso Segreto, em 1898, como o nascimento do cinema brasileiro.  Tal se deu sem uma crítica metodológica aprofundada às fontes primárias, uma vez que o suposto filme de Segreto nunca foi encontrado ou teve a sua exibição confirmada. Nesse sentido, a historiografia clássica do cinema brasileiro opera, em seu interior, uma dupla omissão: relega a segundo plano a exibição, uma variável significativa do processo cinematográfico em detrimento da produção (filmagens); e omite determinadas regiões cuja produção de filmes esteve aquém de ser alçada à categoria de “ciclo regional” ou produtor de películas, tal como se enquadra a cidade de Montes Claros e o seu circuito exibidor.
Quem se interessar em aprofundar a discussão veja o texto do Bernardet neste link.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Marcador de página com comentários dos professores Jairo Dias Carvalho e Jean-Claude Bernardet

O marcador de página que acompanha o livro Filmografia teve a contribuição de dois professores. O Dr. Jairo Dias Carvalho (UFU) comentou as possibilidades de pesquisa advindas com o lançamento do livro Filmografia. O crítico e historiador do cinema brasileiro, Jean-Claude Bernardet, por sua vez, assinalou a importância do livro para Montes Claros. Vejam abaixo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Orelha do Livro Filmografia para quem não conhece.

Estou disponibilizando parte da Orelha do livro para os leitores que não conhecem a obra Filmografia.

ORELHA DO LIVRO FILMOGRAFIA DA EXIBIÇÃO

"A presente obra tem por objeto os registros de jornais que se ocupam: da exibição de películas brasileiras no município de Montes Claros; das salas de cinema na qual eram exibidas as películas cinematográficas; de parte da produção crítica que menciona os filmes brasileiros ou mesmo aqueles críticos ou cineastas de significativa importância no cinema brasileiro que escreveram sobre cinema nos jornais de Montes Claros, respectivamente, Maurício Gomes Leite e Carlos Alberto Prates Correia; de registros com indicações mínimas acerca da relação estabelecida entre o cinema brasileiro e determinadas circunstâncias do cinema no município tais como a qualidade dos filmes distribuídos por Francisco Serrador, o cinema ambulante, os preços dos ingressos, e por fim, de referências que mencionam as filmagens realizadas em Montes Claros e que vieram a se constituir ou não em filmes documentários.
A “Filmografia da exibição cinematográfica em Montes Claros” enquadra-se na situação de conhecimento da realidade da região em vias de superá-la mediante uma fase de aperfeiçoamento das pesquisas sobre o cinema brasileiro, e de esclarecimento do passado da exibição cinematográfica em Montes Claros, que chegou a contar com seis salas de exibição em seu período áureo com capacidade para algo em torno de 5.500 (cinco mil e quinhentas) poltronas."