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sexta-feira, 26 de julho de 2013
Filmografia em Natal (RN)
Filmografia da Exibição foi lançado em Natal (RN) no evento Simpósio Nacional de História. Aqui em baixo algumas fotos do evento e desta cidade maravilhosa que vale a pena conhecer...
domingo, 16 de junho de 2013
Peixe na Telha
Aqui vai uma ótima dica de peixe na telha: um curimba (conhecido no Triângulo e adjências por este nome e no Norte de Minas por curimatá).
Depois de retirada as vísceras e as escamas, temperar com manjericão desidratado, sal e alho, cebolinha verde e uma colher de chá com azeite extra-virgem. No interior do peixe acrescentar cebola de cabeça e tomate a gosto.
Fica a seu critério deixar dois ou três dentes de alho no papel alumínio junto ao peixe na hora de levá-lo ao forno... É uma delícia!
Pré aqueça o forno antes por dez minutos e não cubra o peixe, pois esse método permite que o seu assado não acumule muita água. Deixe no forno por vinte ou vinte e cinco minutos. Acompanha arroz branco e uma salada bem preparada.
De sobremesa que tal uma salada de frutas com ameixas? Bom apetite!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Pintura ruprestre
Eu sou suspeito: gosto muito de pintura ruprestre (pintura nas rochas) e recomendo uma matéria que saiu no IG sobre elas... Veja no link a seguir o endereço.
Valeu México! Boa descoberta para a humanidade que tanto necessita de coisas boas e bonitas como esse achado.
Valeu México! Boa descoberta para a humanidade que tanto necessita de coisas boas e bonitas como esse achado.
domingo, 12 de maio de 2013
Diga não às queimadas!
É triste! Mas parece que começaram as queimadas (temporada 2013) no Brasil. Não tenho muita coisa que dizer acerca desse assunto tão simples e banal: Diga não às queimadas!
E depois desse apelo veja um flagrante: A aeronave e as queimadas (segundo domingo de maio/2013; City: Uberlândia - MG).
Foto: A aeronave e as queimadas1; Jailson Dias Carvalho, Uberlândia, Minas Gerais, Brasil.
Foto: A aeronave e as queimadas2; Jailson Dias Carvalho, Uberlândia, Minas Gerais, Brasil.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Conversas para quem gosta de ler: Dom Quixote de Miguel de Cervantes e As Primeiras Viagens de Ernesto Che Guevara
Os amantes de
aventuras, e bem dito que estamos nos referindo às aventuras literárias, não
podem deixar de ler dois livros que falam delas e trazem ensinamentos profundos
sobre a existência e o modo de se relacionar com as coisas e as palavras.
O primeiro desses
livros e, talvez, o precursor da aventura moderna, notadamente aquela que
possibilitou que o homem chegasse até a lua, seria Dom Quixote.
Para quem não sabe de Dom Quixote, personagem de Miguel de
Cervantes: depois de muito ler livros de cavalaria da época (século XVI),
resolveu que se lançaria à cata de aventuras, pois aquele mundo dos cavaleiros
era mais interessante do que o seu, que se reduzia a uma nova vida de fidalgo
(nobre em decadência) e ao surgimento de uma nova sociedade baseada no lucro e
na competição, incapaz de abrir-se ao espaço do sonho, do encantamento, que
para Dom Quixote constituíam o verdadeiro motor da vida.
O outro livro de
aventuras seria As Primeiras Viagens
de Ernesto Che Guevara, obra selecionada para o Programa Nacional SALAS DE
LEITURA/BIBLIOTECAS ESCOLARES do MEC/FAE e distribuída para algumas bibliotecas
e escolas públicas ao longo do ano de 1997.
Este livro, do médico
argentino Che Guevara, foi escrito nove anos antes de Che participar da
Revolução Cubana de 1959. É um livro que narra a sua experiência, juntamente a
de seu amigo e a sua motocicleta (apelidada de “Poderosa”), pela América do Sul,
visitando países como Chile, Peru, Colômbia, Venezuela e Argentina, origem e
chegada desta aventura juvenil que mudará a vida dos dois protagonistas e dos
leitores apaixonados.
Só para se ter uma
ideia da dimensão do livro. Che e seu amigo trazem consigo para esta viagem:
documentos, algumas roupas, uns trocados no bolso e uma imensa vontade de
conhecer a América Latina. Por isso, convivem com o desconhecido; as altitudes
de Machu Picchu (Peru); a triste condição de vida dos trabalhadores das minas
de enxofre e cobre (Chile); a nem sempre acolhedora paisagem latina; enfim,
esse livro faz uma reflexão sobre a instabilidade política da América do Sul, traz
ainda detalhes sobre História, Geografia, Antropologia e revela também, o
descaso, que sempre acompanhou a América em relação à medicina preventiva e, consequentemente,
a saúde pública.
De duas uma, se Dom Quixote não teve nenhum peso nessa
aventura de Che e o seu amigo pela América do Sul, uma coisa é certa: o seu
amigo está para o escudeiro Sancho Pança, que acompanhava Dom Quixote em suas
saídas assim como “Roncinante” (cavalo de Dom Quixote) está para a “Poderosa”
que acompanhava Che pelas estradas e montanhas da América do Sul. Boas leituras
pra todos!
Fonte: CARVALHO,
Jailson Dias. JORNALOY. Montes
Claros, n. 3, 1º semestre de 1998, p. 8.
domingo, 14 de abril de 2013
Polêmica à vista: Pânico, Geraldo Thomas e Nicole Bahls... Opine!
Vejam a polêmica proporcionada pelo lançamento do livro de Gerald Thomas... Leia acessando o link abaixo da foto.
Acompanhem a reflexão de Carol Patrocínio, e depois opine aqui no blog!
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/
quinta-feira, 4 de abril de 2013
O passageiro - Profissão: Repórter (1975) de Antonioni
Trailer
Aqui vai mais uma dica de um bom filme que vale
a pena assistir: trata-se de O passageiro - Profissão: Repórter (1975) de
Antonioni.
O filme narra a epopeia de um jornalista
(interpretado por Jack Nicholson) britânico, que pretende concluir um
documentário acerca de determinados guerrilheiros africanos[1]
que lutam para destronar um regime autoritário que se apossou do governo, e, para
tal fim, sequestram um grupo de missionários estrangeiros com o intuito de
chamar a atenção para a sua causa.
O personagem David Locke, eminente repórter da BBC,
está insatisfeito com o seu casamento e com o seu trabalho, e aproveita-se do
fato de que seu vizinho de quarto falece, cuja causa mortis foi um súbito enfarte fulminante, e assume a sua
identidade e os pertences do defunto. Doravante, David Locke encarnará o papel
de Robertson, um traficante internacional de armas, que permanecia sensível às
causas revolucionárias desde que lhe pagassem bem para adquirir os equipamentos
miliares.
Mas parece que a insatisfação de David/Robertson
não cessa com a nova identidade. O personagem, que antes, no deserto, poderia
ser descrito como um errante que navegava a ermo pelas areias ardentes na
trilha dos guerrilheiros, agora, nas cidades, ensaia uma tímida flanerie (grosso modo, pode ser um
"vagabundo") pelos parques, museus e bares das metrópoles, sem,
contudo, conseguir frear seu descontentamento e a ausência de sentido que
ameaçava a nova vida.
Essas são apenas algumas passagens do filme que
revela um impressionante desfecho da trama.
[1] O país no qual a ação é sugerida não é
nomeado no filme, embora se saiba que as locações ocorreram no deserto da
Argélia, em Londres e Barcelona.
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